Agentes e guardas prisionais terão coletes à prova de bala
Agentes e guardas prisionais terão coletes à prova de bala (Foto: Ascom/SEJUC)
Para o secretário Cristiano Barreto, a chegada destes equipamentos fecha o ciclo de 2017, com mais um compromisso firmado com a categoria dos servidores, “pois nossa meta era o reaparelhamento das unidades, como de fato vem acontecendo”. Quando assumiu a pasta em janeiro deste ano, aceitando uma convocação do governador Jackson Barreto, Cristiano lembrou que, muitas vezes, os agentes e guardas faziam as escoltas desprovidos do instrumento de proteção. “Eles sempre tiveram a necessidade de doações de outros órgãos, como Polícias Civil e Militar, recebendo coletes próximos de vencer a validade”.
Agora, completa Cristiano, “com a aquisição destes coletes, eles trabalharão com segurança pelos próximos cinco anos, que é prazo de garantia destes coletes. Os agentes tinham esse equipamento como um dos pleitos, mas conseguimos também a reestruturação da carreira, que foi contemplada pelo governador Jackson Barreto, além das demais aquisição. Hoje fechamos um ciclo”.
Em janeiro, um novo ciclo de investimento se abrirá na Sejuc, pois o secretário irá à Brasília pleitear mais de R$ 16 milhões. “Nós encaminhamos, no dia 26 de dezembro, uma documentação para Brasília e nossa perspectiva é conseguir esse dinheiro para mais trabalhos. É uma verba necessária para trazer melhores condições de trabalho para aqueles que integram a Sejuc”, frisou Cristiano.
Mais armas – Em outubro deste ano, a Sejuc recebeu 350 armas adquiridas com recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), sendo 340 pistolas Taurus ponto 40 e 10 carabinas ponto 40. No dia 29 de outubro, as pistolas foram entregues simbolicamente a 16 servidores, que representaram todos os colegas, enquanto que a carabinas entregues ao diretor do Departamento do Sistema Penitenciário (Desipe), Agenildo Júnior.
No dia 22 de dezembro, a Sejuc recebeu 100 espargidores, equipamentos não letais que servirão para conter possíveis rebeliões nos presídios sergipanos e que não põem em risco a integridade física dos presos e dos agentes e guardas prisionais. Esses equipamentos, que custaram R$ 29.001,00, foram adquiridos com verbas Funpen.