Aracaju (SE), 28 de janeiro de 2026
POR: Ítalo Duarte
Fonte: SES/SE
Em: 29/03/2017
Pub.: 29 de março de 2017

Classificação de risco: SES/Sergipe pretende capacitar toda a rede de urgência e emergência do estado

Farahide Diniz, representante da REUE (Foto: SES/SE)

Farahide Diniz, representante da REUE (Foto: SES/SE)

Até dezembro deste ano, toda a Rede Estadual de Urgência e Emergência (REUE) receberá a Capacitação em Acolhimento com Classificação de Risco, que é a priorização do atendimento após a avaliação do paciente. A ação promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e o Ministério da Saúde (MS), teve sua abertura nesta quarta-feira, 29, e contou com a presença do secretário-adjunto de estado da Saúde, Luís Eduardo Prado Correa.

De acordo com Farahide Diniz Porto Pereira, representante da REUE, a ação visa contemplar grande parte dos profissionais que estão ligados às portas de entrada das unidades de saúde. “Objetivo é capacitar, até o dia 1º de dezembro deste ano, 1.350 profissionais, distribuídos em 27 turmas, sendo eles médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos que atuam em toda a rede hospitalar de urgência e emergência do estado”, detalhou.

Segundo o enfermeiro e consultor do projeto Denisson Pereira da Silva, a capacitação está trabalhando com metodologias ativas de aprendizagem. “O conteúdo programático mostra como funciona o acolhimento com classificação de risco na Atenção Básica, como fazer classificação de risco na Rede Cegonha, o contexto do pré-hospitalar em situação de risco de múltiplas vítimas e o contexto do intra-hospitalar de como atender essas múltiplas vítimas”, listou.

“A intenção é fazer com que esses profissionais, com suas experiências profissionais, compreendam a ferramenta de gestão, que é a classificação de risco, e o impacto que se tem diretamente na qualidade dos serviços em saúde, que é a redução da superlotação”, completou o consultor.

Maria Inês Brandão Bocardi, também enfermeira e consultora do projeto, explicou que a ação mescla o conhecimento prévio do profissional adquirido em seu local de trabalho com o embasamento científico. “Todo esse conteúdo foi visto de uma forma a fazer um link com a experiência do profissional que atua na área. A partir da experiência da vivência dele, como melhorar essa classificação”, ilustrou.

A classificação de risco é uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e emergência e em toda a rede de Atenção à Saúde e visa avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento.


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