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Aracaju (SE), 02 de fevereiro de 2026
POR: Anne Isabelle
Fonte: Assessoria
Em: 30/06/2017
Pub.: 30 de junho de 2017

Centro comercial fecha as suas portas e perde mais uma vez a democracia

O desrespeito a constituição federal e a três liminares judicias marcaram o dia da famigerada Greve Geral. Na manhã desta sexta-feira, 30, avenidas, Rodovias e o centro comercial foram fechados mesmo contra a vontade dos trabalhadores, comerciantes e da decisão judicial.

Centro comercial fecha as suas portas e perde mais uma vez a democracia (Foto: Assessoria)

Centro comercial fecha as suas portas e perde mais uma vez a democracia (Foto: Assessoria)

A Polícia trabalhou durante a madrugada para conter os ânimos dos manifestantes mais exaltados, mas não conseguiu impedir os transtornos das pessoas que precisavam transitar e perderam o direito de ir e vir. Além disso, os comerciantes, que passam por grandes dificuldades por conta da crise enfrentada no país, tentaram abrir os seus estabelecimentos comerciais e foram obrigados a baixar as suas portas.

Para o Presidente da ACESE Marco Aurélio Pinheiro, de um lado estão milhares de pessoas querendo trabalhar e do outro cerca de trinta ou quarenta manifestantes pagos impedindo esse direito. “Nós tínhamos informações de que estes manifestantes foram trazidos de ônibus de outras localidades para fazer esse estardalhaço, que é um absurdo. Essa atitude só prejudica a sociedade, prejudica o país, prejudica a economia. Atos como estes são todas contra o povo, contra a sociedade e contra o trabalhador”, declara.

“A situação se agravou ainda mais nas Rodovias e nas ruas que foram bloqueadas e quando algum veículo tentava furar o bloqueio acabaram agredidos pelos manifestantes.  O direito de ir e vir precisa ser respeitado. Se não obrigassem os lojistas de abrir os seus estabelecimentos e o trabalhador de produzir, a cidade estaria funcionando normalmente”, reforça.

Acuados, os comerciantes foram obrigados a fechas as lojas. Segundo o empresário Agilson Guimarães é um absurdo querer trabalhar e não poder. “Pagamos inúmeros impostos e hoje só queria ter o direito de trabalhar. Já estamos enfrentando dificuldades para sobreviver na situação enfrentada pelo país e hoje estamos nos sentimos vulneráveis e inseguros. Fechamos por receio de maiores prejuízos”, declara.


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