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Aracaju (SE), 26 de março de 2026
POR: Edjane Oliveira
Fonte: Assessoria
Em: 13/07/2017
Pub.: 13 de julho de 2017

Sergipana Taíres Santos ocupará diretoria de movimentos sociais da UNE

Taíres Santos (Foto: Assessoria)

Taíres Santos (Foto: Assessoria)

A sergipana Taíres Santos, de 24 anos, natural de Itabaianinha, será a nova Diretora de Movimentos Sociais da União Nacional dos Estudantes. Acadêmica de Farmácia da Universidade Federal de Sergipe - Campus Lagarto, Taíres fez parte do Centro Acadêmico de seu curso e do Comando de Greve Estudantil do seu campus em 2014. Assumiu depois a Vice-Presidência do Diretório Central dos Estudantes da UFS. No último período, foi dirigente da União Nacional dos Estudantes, compondo a Diretoria de Combate ao Racismo e posteriormente uma das suas vice-presidências.

“O movimento estudantil é um dos mais importantes e históricos movimentos sociais brasileiros. A UNE é a entidade que representa o acúmulo de décadas de lutas de jovens não apenas por uma educação democrática e popular, como também por um país livre, soberano, democrático e justo. Uma das tarefas mais importantes é justamente articular a luta estudantil com as demais lutas sociais, construindo a unidade necessária para enfrentar conjunturas como a de hoje, com um governo golpista destruindo direitos e a democracia”, ressalta Taíres.

Militante do Coletivo Quilombo, a dirigente terá como missão fundamental levar adiante o diálogo da UNE com a Frente Brasil Popular, que inspirou a ampla composição que teve 80% dos votos no Congresso da entidade. “É uma honra ver o estado de Sergipe representado nacionalmente, e creio que Taíres reúne todas as condições para articular a UNE com os demais movimentos sociais”, ressalta o deputado federal João Daniel (PT/SE), que é também militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).

A UNE será presidida pela baiana Marianna Dias, a terceira mulher consecutiva a presidir a entidade. “A UNE vem dando exemplo de estar antenada com as mudanças necessárias na nossa sociedade, ao ter na sua direção cada vez mais mulheres e jovens negros empoderados, seguindo o que está acontecendo com o corpo estudantil das universidades”, ressalta Taíres. Como prioridade na política interna da entidade, ela destaca a necessidade de democratizar mais ainda a gestão da entidade, reformando e atualizando o estatuto e garantindo paridade de gênero e raça na sua direção.


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