Aracaju (SE), 26 de junho de 2026
POR: SES
Fonte: SES
Em: 20/10/2017
Pub.: 21 de outubro de 2017

Sergipe marca presença na Oficina de Herança Genética em Doença Falciforme, do MS

Sergipe marca presença na Oficina de Herança Genética em Doença Falciforme (Foto: Ascom/SES)

Sergipe marca presença na Oficina de Herança Genética em Doença Falciforme (Foto: Ascom/SES)

Dando mais um passo rumo aos avanços na linha de cuidados aos pacientes com anemia falciforme – doença que causa a produção anormal de hemoglobinas -, o Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), marca presença na Oficina de Herança Genética em Doença Falciforme, realizada em Brasília até esta sexta-feira, 20, com gestores estaduais que atuam no tratamento da doença.

Iniciada na última quinta, 19, a oficina está sendo promovida pelo Ministério da Saúde e tem como objetivo tratar de diretrizes relacionadas à herança genética e construção dessa linha de cuidados, processo esse já iniciado em diversos estados brasileiros. Em Sergipe, segue envolvendo todos os níveis de atenção.

Segundo Luciana Alves, coordenadora estadual de atenção ambulatorial especializada e coordenadora estadual do Programa de Triagem Neonatal, o cuidado com esses pacientes é iniciado na atenção primária de saúde, com a coleta do teste do pezinho. “Segue, portanto, para a atenção especializada, no serviço de referência do ambulatório do HU [Hospital Universitário], continuando na assistência hospitalar e transversalizando com as redes de atenção materno-infantil e da pessoa com deficiência, entre outras coordenações, a exemplo das que envolvem a saúde da população negra, a saúde da criança e a saúde da mulher”, explicou.

A construção da linha de cuidados aos pacientes com doença falciforme será realizada com a participação de gestores municipais da área da saúde, sendo eles conduzidos por técnicos da SES nesse processo. Para Luciana Alves, a participação desses gestores é caracterizada pela transparência em toda elaboração do desenho dos fluxos que dão acesso a todos os níveis de atenção – primária, especializada e hospitalar.

“A construção dos fluxos ainda apontará as fragilidades que teremos que eliminar para qualificar cada vez mais a assistência dada aos pacientes com doença falciforme. Além disso, teremos como foco a capacitação de todos os profissionais envolvidos nos níveis de atenção, com devido apoio da coordenação de sangue do Ministério da Saúde, que atua na área de doença falciforme”, acrescentou Luciana Alves.

Atualmente, 86 crianças triadas são acompanhadas no HU, no ambulatório de hemoglobinopatias. Já no Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), aproximadamente, 110 pacientes utilizam dos serviços para transfusões sanguíneas. Para melhor unificar e ampliar conhecimentos voltados para o cuidado desses e de outros cidadãos, em Sergipe, a Oficina de Herança Genética em Doença Falciforme ainda conta a presença da enfermeira do ambulatório do HU, Fábia Regina dos Santos, que está no evento representando o serviço de referência em triagem neonatal no Estado.

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