Estudantes da Fundação São Lucas participam de visita técnica ao Hemose
Estudantes da Fundação São Lucas participam de visita técnica ao Hemose (Foto: Ascom/SES)
O grupo com cerca de vinte estudantes do curso técnico em enfermagem recebeu as primeiras orientações relativas ao ciclo do doador, que compreende os serviços de cadastro, pré-triagem, triagem clinica e, por fim, a coleta da bolsa de sangue. O cumprimento dessas etapas cumpre a legislação do serviço de hemoterapia e hemocomponentes, orientados por regulamentos técnicos do Ministério da Saúde (MS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O serviço foi preparado para captar, coletar, processar e distribuir sangue de qualidade para rede hospitalar”, salientou a enfermeira, Bruna Nobrega durante a apresentação dos setores.
Na segunda parte do hemotur, o grupo percorreu a área técnica dos laboratórios onde são realizados testes sorológicos, separação dos componentes sanguíneos, plaquetas, hemácias e plasma e dispensação de sangue para rede hospitalar. “É importante que esses alunos realizem essa visita técnica para conhecer o serviço realizado na unidade, também é uma oportunidade para que percebam que o ato de doar sangue é um gesto humanitário”, ressaltou Nobrega.
De acordo com a professora da disciplina Saúde do Adulto, Sylmara Maia, a atividade tem como principal objetivo acrescentar o conhecimento prático aos futuros profissionais, além de aproximá-los da comunidade. “A visita quer ampliar ainda mais o conhecimento dos alunos em sala de aula, com a união da teoria com a prática. Assim eles podem observar a dinâmica do funcionamento da instituição responsável pelos ciclos de coleta e produção do sangue”, ressaltou.
Estudante e doadora de sangue, Karoline Andrade comentou sobre a importância da doação de sangue. “Infelizmente é algo que as pessoas só param para pensar depois que alguém da família precisa. Eu sou doadora frequente, porque acho que devemos nos colocar no lugar do outro e ajudar independente de quem seja a pessoa que vai receber o nosso sangue”, disse ao acrescentar que a visita é interessante para despertar a solidariedade. “Aqui pudemos conhecer todas as etapas do serviço, da doação até o sangue chegar ao paciente”, concluiu.