Aracaju (SE), 23 de janeiro de 2026
POR: Oficina Consultoria
Fonte: Oficina Consultoria
Em: 17/03/2023 às 09:23
Pub.: 20 de março de 2023

Parabólica evolui para digital e disponibiliza acesso a conteúdo diversificado para sergipanos

Novo equipamento digital também garante melhoria de imagem e som.

Parabólica evolui para digital e disponibiliza acesso a conteúdo diversificado para sergipanos - Foto: Divulgação | Siga Antenado

Parabólica evolui para digital e disponibiliza acesso a conteúdo diversificado para sergipanos - Foto: Divulgação | Siga Antenado

A substituição da antena parabólica tradicional pela digital possibilitou que a moradora da cidade de São Cristóvão (SE), Maria de Fátima Matias permanecesse em sua casa. Ela partilha que antes da instalação do novo equipamento, cogitava vender ou alugar sua casa, pois o sinal era ruim, e impossibilitava de assistir televisão com qualidade de som e imagem.

Com o novo aparelho instalado gratuitamente, Maria de Fátima admite que melhorou a qualidade e, hoje, pode assistir aos mais diversos canais.  “SBT, Band, consigo ver o que quero agora, sem dificuldades e ainda com imagem e som bons”.

Maria de Fátima não é a única satisfeita com a mudança. Somente em Sergipe, 213 kits foram instalados até o momento, e a cidade de São Cristóvão lidera com 201 aparelhos implantados. 

Para Jocilene Prata, também moradora de São Cristóvão (SE), a mudança da transmissão de sinal da Banda C para a Banda Ku, com a oferta de sinal digital,  trouxe opções de conteúdo diferenciadas na televisão. “Na parabólica pegava poucos canais. Hoje consigo assistir desde os canais religiosos aos culinários, além dos telejornais também”, lista.

Márcio Cauduro, gerente de produtos e negócios de TV da Elsys, lembra que, no início, o receptor era manual: o telespectador precisava se levantar para mudar o canal ou aumentar o volume. “Depois, chegou o controle remoto, e as antenas foram reduzindo de diâmetro. No final de 2010, grandes emissoras iniciaram um projeto de regionalização, levando os sinais de algumas afiliadas regionais para o satélite. Nesse período, alguns estados passaram a ter programação local na parabólica, movimento que vem se intensificando atualmente, com a mudança para a nova parabólica digital”.

Em mais de 15 milhões de lares brasileiros, a tradicional antena parabólica ainda é fonte de informação e entretenimento, segundo informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-TIC) de 2021.

Nova parabólica digital
Com o passar dos anos, novas tecnologias foram sendo implementadas à operação, como a chegada do receptor digital, com melhoria de imagem e mais facilidade na sintonia de novos canais.

Atualmente, estamos em um momento de transição. “A mudança para a nova parabólica digital é necessária para que a tecnologia 5G possa ser ativada com todo o seu potencial”, afirma Leandro Guerra, CEO da Siga Antenado, entidade não-governamental e sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel, responsável por apoiar a população durante a migração do sinal de TV utilizado pelas parabólicas tradicionais (banda C) para o sinal das parabólicas digitais (banda Ku).

“Como a tecnologia vai operar na mesma frequência da parabólica tradicional (Banda C), que deixará de funcionar em breve, a população que utiliza esse serviço para receber sinal de TV aberta deverá substituir seus equipamentos pelos que operam em outra faixa, a Banda Ku, para evitar interferência e perda de sinal”, explica o CEO.

Yvan Cabral, sócio-fundador da fabricante Vivensis, explica que a Banda Ku tem muitas vantagens em relação à Banda C. “Para começar, o tamanho da antena é menor, facilitando a instalação e a fixação. Passamos de 1,5 m para opções de 60 cm ou 90 cm, a depender da região. A Banda Ku, com a tecnologia H265, permite o acesso a mais canais. A previsão é que na nova parabólica digital, quando terminar o processo, sejam mais de 100 canais.”

A transição para a Banda Ku atualizou o processo, equiparando-se às tecnologias utilizadas em grande parte dos países do mundo. Francine Curcio, analista de produtos e negócios da Intelbras, ressalta o ganho em qualidade de imagem e som. “Mesmo nas TVs mais antigas, a melhoria é visível em relação à antena analógica. Quem permanecer com a parabólica tradicional vai perceber muitas interferências no sinal, em formas de chuvisco, até, de fato, não funcionar mais. A tendência é que todas as emissoras migrem para a Banda Ku em um curto espaço de tempo.”

Substituição gratuita
Uma parcela da população terá direito à instalação da nova parabólica digital gratuitamente. O benefício é destinado a famílias de menor renda inscritas em Programas Sociais do Governo Federal e que já tenham a antena parabólica tradicional em pleno funcionamento. Para agendar, basta acessar o site da Siga Antenado (sigaantenado.com.br) ou ligar para 0800 729 2404. 


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