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Aracaju (SE), 25 de abril de 2026
POR: Tanuza Oliveira
Fonte: Assessoria José Carlos Machado
Em: 01/11/2017
Pub.: 01 de novembro de 2017

"Tomara que o candidato de Valmir e dos Teles de Mendonça seja eu. Não teria problema nenhum"

Machado defende mais unidade na oposição.

Ex-deputado federal José Carlos Machado (Foto: Assessoria José Carlos Machado)

Ex-deputado federal José Carlos Machado (Foto: Assessoria José Carlos Machado)

“Tomara que o candidato de Valmir e dos Teles de Mendonça seja eu. Não teria problema nenhum”. Esta foi uma das declarações do ex-deputado federal José Carlos Machado no Jornal da Manhã, programa da Rádio Jovem Pan, nesta quarta, 1º. 

Machado falou sobre alguns projetos que ele ajudou a levar para o município de Itabaiana e que justificaria o apoio da classe política local, como a instalação do Campus da Universidade Federal de Sergipe e a implementação dos projetos de irrigação Ribeira e Jacarecica. 

“Esses dois projetos, sem dúvida, ajudaram a transformar Itabaiana e me orgulho muito disso”, afirmou Machado, que falou sobre diversos outros temas, a exemplo dos altos índices de desemprego e de endividamento do Estado. 

Para ele, Sergipe vive um momento crítico. “Jackson precisa se debruçar mais sobre os problemas do Estado”, ressaltou. 
Machado também avaliou a gestão de Aracaju - a antiga, de João Alves, e a atual, de Edvaldo Nogueira.

“A gestão de João não foi boa, mas ele também não teve sorte. Já Edvaldo conseguiu, de uma vez só, uma emenda de R$ 100 milhões, dos quais R$ 67 milhões já foram liberados”, destacou. Segundo ele, esse valor é bem maior do que o que Déda conseguiu nos seis anos de mandato. 

Machado acredita que é preciso encontrar alternativas para tirar o Estado desse marasmo. “Os números não mentem. A receita de ICMS, por exemplo, cresceu 3%”, revelou. 

Unidade
Sobre as decisões políticas que nortearão as campanhas do próximo ano, ele explicou que é necessário haver unidade da oposição. 

“Cobro de Amorim, André e Valadares que conversem, não é fácil a oposição ganhar a eleição. A oposição tem que estar unida. Não sinto que esteja rachada, mas é preciso mais unidade”, definiu. 

Segundo ele, para mudar esse quadro de estagnação econômica e social, é preciso uma mudança geral. “A classe política precisa acabar com esse discurso da “herança maldita”. E a sociedade, entender que a mudança é responsabilidade de todos”, defendeu.

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