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Aracaju (SE), 25 de abril de 2026
POR: T. DANTAS
Fonte: T. DANTAS
Em: 23/11/2017 às 20:23
Pub.: 24 de novembro de 2017

"Valmir Monteiro quer desviar o foco do fracasso da sua gestão", afirma Fábio Reis

"Valmir Monteiro quer desviar o foco do fracasso da sua gestão", afirma Fábio Reis (Foto: T. DANTAS)

"Valmir Monteiro quer desviar o foco do fracasso da sua gestão", afirma Fábio Reis (Foto: T. DANTAS)

Conforme divulgado pela imprensa, o prefeito de Lagarto, Valmir Monteiro (PSC), decidiu processar o governador Jackson Barreto (PMDB) por não repassar completamente recursos do ICMS. O gestor alega que teria mais de R$ 19,2 milhões a receber do governo de Sergipe.

Na opinião do deputado federal Fábio Reis (PMDB), que inclusive está intermediando uma reunião do governador com a direção da Federação dos Municípios de Sergipe (FAMES), para tratar desse assunto, o prefeito de Lagarto se aproveita dessa situação para mudar o foco do fracasso administrativo da sua gestão.

“O Governo já reconheceu, publicamente, essa diferença. E no dia 19, creditou um valor a mais no ICMS das Prefeituras”, explicou o parlamentar. Os valores que Fábio Reis se refere são: R$ 27.233.425,97 de 2016 e R$ 1.980.470,89 de janeiro de 2017.

Segundo o deputado federal, com esse pagamento, o Governo mostra não somente que reconhece o problema, mas que está disponível para recompor as diferenças. “Mas na contramão do diálogo e buscando aparecer, o prefeito de Lagarto resolve buscar a Justiça, fazer estardalhaço e barulho por algo que a própria Federação está querendo uma solução de consenso”, critica.

Para Fábio Reis, Valmir deveria se preocupar com os inúmeros problemas da sua gestão, “como as obras paralisadas, o atraso de salários, a insatisfação dos seus eleitores que foram demitidos, e com os processos que correm contra ele na Justiça. Uma atitude isolada e que não representa a vontade da grande maioria dos prefeitos sergipanos”, lista Fábio Reis.

“Além disso, promessas de campanha não estão sendo cumpridas, como o pagamento da diferença salarial dos professores, que se arrasta desde março, e a abertura do mercado municipal, entregue em janeiro pelo Governo de Sergipe, e que devido à incapacidade e inoperância do prefeito, encontra-se fechado 11 meses depois, prejudicando feirantes e consumidores”, completou.  

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