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Aracaju (SE), 26 de abril de 2026
POR: Acácia Merici
Fonte: Assessoria Professor Bittencourt | Transcrita da CMA
Em: 29/11/2017 às 12:10
Pub.: 29 de novembro de 2017

Professor Bittencourt está preocupado com a venda de carne nas feiras livres da capital

Vereador Professor Bittencourt  (Foto: Gilton Rosas/CMA)

Vereador Professor Bittencourt (Foto: Gilton Rosas/CMA)

Na Tribuna da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) desta quarta-feira, 29, o vereador Professor Bittencourt (PCdoB) falou da sua preocupação com as feiras livres de Aracaju (especialmente em relação ao armazenamento de carnes e aves) e dos matadouros no estado.

“Tenho acompanhado muitas matérias e manifestações de aracajuanos em redes sociais em relação às feiras, abatedouros e matadouros, principalmente com o foco nas questões de higiene. Vi fotos de espaços absolutamente insalubres e inconvenientes, além de espaços completamente inadequados para abate e comercialização de carnes para consumo humano”, chamou a atenção o líder do prefeito na Câmara. 

Bittencourt destacou a ação de fiscalização da Prefeitura de Aracaju, através da Vigilância Sanitária Municipal, onde identificou irregularidades em 11 feiras livres da capital a exemplo da inadequada manipulação das carnes, falta de higiene no ambiente de exposição dos produtos, descarte incorreto de resíduos, entre outros. “Esse é um problema de saúde pública. Precisamos cada vez mais nos envolver com isso e levar à Câmara essa preocupação. A Vigilância Municipal fez relatórios para a Emsurb, órgão que administra as feiras livres. Já conversei com a direção da Emsurb que informou que há uma licitação em andamento para a compra de equipamentos de refrigeração e acomodação adequada de carnes nas feiras da cidade de Aracaju”, afirmou.

Bittencourt alertou, também, sobre forma de abate, que é completamente fora dos padrões e fugindo do bem-estar animal. “É uma carnificina. As pessoas ficam chocadas com as fotos, imagine vendo pessoalmente. Precisamos nos debruçar com mais atenção sobre isso. Como representante do Executivo, sei das responsabilidades e me somo como elemento de cobrança. É preciso fiscalizar a origem das carnes, o transporte, a comercialização, o armazenamento e até o descarte. Coloco-me à disposição para ser o interlocutor entre a população, os órgãos de controle e fiscalização, além da Emsurb, Emdagro e Vigilância Sanitária”, pontuou.

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