ELEIÇÕES 2018: Biometrias não reconhecidas em Sergipe devem ser atualizadas
Nas eleições de 2016, uma pequena porcentagem do eleitorado sergipano não teve sua biometria identificada nas urnas.
Eleitor cadastrando biometria (Foto: TRE/SE)
Nas eleições de 2016, uma pequena porcentagem do eleitorado sergipano não teve sua biometria identificada nas urnas, levando a necessidade de os mesários os liberarem manualmente para votar (como funcionava antigamente).
Diante desse panorama e com aproximação das Eleições, a Justiça Eleitoral afirma a importância de que os eleitores cujas digitais não foram reconhecidas refaçam a coleta e resolvam tal pendência. Vale lembrar que o calendário eleitoral permite que isso seja feito até dia 09 de maio de 2018.
Para efetuar a mudança, o eleitor deve comparecer ao cartório eleitoral de sua respectiva Zona portando documento oficial de identificação e título de eleitor.
Histórico
Desde a sua gradual implantação em 2008, sete estados já concluíram a biometria de seus eleitores. São eles: Alagoas e Sergipe (2012), Amapá e Distrito Federal, que terminaram o processo em 2014, e Goiás, Tocantins e Roraima, que finalizaram o recadastramento no ano passado. Roraima concluiu o cadastramento e está em processo de homologação para cancelar os eleitores que não compareceram.
A previsão da Justiça Eleitoral é que todo o eleitorado brasileiro esteja cadastrado biometricamente até 2022.