Secretário da Comunicação de Aracaju repudia agressões contra a gestão e apura responsabilidades
Secretário municipal da Comunicação, Carlos Cauê (Foto: Sérgio Silva/ Prefeitura de Aracaju)
Ainda segundo o vídeo criminoso, parte desse dinheiro teria sido destinado à construção de “um hospital temporário, feito de lona e plástico, no campo do Sergipe”. Trata-se de outra inverdade, já que o hospital instalado no estádio João Hora atende rigorosamente os padrões de qualidade da Organização Mundial de Saúde, inclusive na própria escolha do local, dotada de infraestrutura necessária para esse tipo de instalação e implantado justamente para evitar um quadro de colapso na rede pública em Aracaju, fato que vem ocorrendo em algumas capitais. “É espantoso e revoltante que uma medida de prevenção que, sem dúvidas, vai salvar muitas vidas, seja politizada de forma tão irresponsável por gente que faz oposição à gestão do prefeito Edvaldo”, lamentou o secretário Cauê.
Para o secretário municipal da Comunicação, a acusação mais grave é a que qualifica a iniciativa do prefeito Edvaldo Nogueira de “malandragem” por, supostamente, fazer uma licitação de mentira, fraudulenta. Diferente disso, a Prefeitura de Aracaju, em vez de valer-se das prerrogativas permitidas pelo Estado de Calamidade, já aprovado no município, realizou uma concorrência, para dotar o processo de ainda mais transparência, pesquisando preços e convidando várias empresas locais e nacionais para participar de um processo aberto, cujo resultado apontou a empresa que apresentou menor preço.
Providências
Segundo Carlos Cauê, diante da incidência clara de crime, a prefeitura acionou as autoridades na área da segurança para proceder à investigação policial com o objetivo de identificar os criminosos. Alguns dos apoiadores do vídeo, inclusive, já estão sendo identificados pelas postagens em diversos grupos de redes sociais do estado. “É incrível que num momento desses, em que está em jogo a vida de dezenas ou centenas de pessoas, alguém se ocupe em produzir fake news para impedir a realização das medidas de contenção, torcendo pelo pior, em nome de seus interesses políticos”, finalizou o secretário.