UGT/Sergipe, federações e sindicatos filiados permanecem mobilizados contra retirada de direitos dos trabalhadores
UGT/Sergipe, federações e sindicatos filiados permanecem mobilizados contra retirada de direitos dos trabalhadores
Ronildo Almeida diz que ele e demais dirigentes da entidade seguem esta semana para Brasília, mobilizados na busca do apoio dos senadores contra as reformas antitrabalhadores
Segundo o dirigente, o momento deve ser de luta constante: a terceirização já foi sancionada pelo presidente Michel Temer; a reforma trabalhista aprovada na Câmara Federal e agora entra na pauta do Senado, numa disputa diária pela não aprovação da proposta. Integrante da direção da CNTC, Ronildo Almeida diz que ele e demais dirigentes da entidade seguem esta semana para Brasília, mobilizados na busca do apoio dos senadores contra as reformas antitrabalhadores do governo.
Sem aposentadoria
“Os trabalhadores e as trabalhadoras devem estar atentos e em mobilização permanente para garantir que os seus direitos não sejam retirados, para conseguir melhorias para nossas famílias, para garantir um trabalho digno e a manutenção das conquistas sociais.”
Para completar, aponta Ronildo Almeida, querem mexer também na Previdência Social, que está sendo “vendida” como uma instituição falida, o que não é verdade “A conversa passada para o povo que a Previdência não poderá pagar as aposentadorias num futuro próximo tem como contraponto estudos que mostram justamente o contrário. Ou seja: o governo mente e engana, escondendo a real situação da Previdência Social”, avalia.
Força popular
O dirigente retoma a greve geral do dia 28 de abril, quando a população mandou seu recado para os patrões, o governo ilegítimo de Michel Temer e os parlamentares que neste momento insistem em mexer em direitos trabalhistas e previdenciários:
“Trabalhadores e trabalhadoras de todo o país se mobilizaram e puxaram as paralisações, que tiveram o apoio de grande parte da sociedade brasileira. Em Sergipe, as atividades pararam, e a greve geral mostrou a força das categorias organizadas, dos trabalhadores do comércio e serviços, dos movimentos sociais, da população. Demos o nosso recado, em alto e bom tom: não aceitaremos esse massacre diário, tanta humilhação e desrespeito; não deixaremos serem tirados todos os nossos direitos trabalhistas e sociais, conquistados em anos de lutas – e com a perda de muitas vidas na caminhada.”