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Aracaju (SE), 23 de abril de 2026
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 16/05/2017
Pub.: 17 de maio de 2017

Em dois meses, 600 pessoas são atendidas no Huse por intoxicação por automedicação

Em dois meses, 600 pessoas são atendidas no Huse por intoxicação por automedicação (Foto: Arquivo/SES/SE)

Em dois meses, 600 pessoas são atendidas no Huse por intoxicação por automedicação (Foto: Arquivo/SES/SE)

Dor de cabeça, febre, dor de garganta, enjoo, entre outros sintomas leves, são comumente tratados por meio de automedicação. Um hábito que pode gerar riscos à saúde, pois dependendo da dosagem ingerida, a medicação que serve para cura termina causando complicações. Muitas vezes, por falta de tempo ou dificuldade de acesso ao médico, muitos acabam recorrendo a indicação de pessoas não habilitadas, sem a avaliação prévia de um profissional de saúde.

Nos dois primeiros meses deste ano 600 pessoas foram atendidas no Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox) do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Só para se ter uma ideia, durante todo o ano passado aconteceram 425 casos de intoxicação por ingestão de medicamentos no hospital.

De acordo com o coordenador do Ciatox, o farmacêutico Antônio Medeiros Venâncio, as pessoas precisam ter consciência de que a automedicação é perigosa. “É importante que as pessoas busquem um atendimento médico para que esse profissional indique o medicamento adequado para cada caso. Em caso de intoxicação por medicação, as pessoas devem procurar o hospital mais próximo para atendimento e precisão no diagnóstico”, explicou o coordenador. Vale ressaltar que os analgésicos, os antitérmicos e os antiinflamatórios representam as classes de medicamentos que mais intoxicam e causam reações alérgicas.

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