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Aracaju (SE), 24 de abril de 2026
POR: Iracema Corso
Fonte: CUT/SE
Em: 05/07/2017
Pub.: 05 de julho de 2017

Contra assédio moral, servidores do Ministério da Saúde fazem ato e paralisação em Aracaju

Para denunciar a prática de assédio moral, 90% dos servidores públicos do Ministério da Saúde realizaram paralisação e protesto na manhã desta quarta-feira, dia 5 de julho, em frente ao Núcleo do órgão federal em Aracaju, localizado na Rua de Estância, Centro.

Contra assédio moral, servidores do Ministério da Saúde fazem ato e paralisação em Aracaju (Foto: CUT/SE)

Contra assédio moral, servidores do Ministério da Saúde fazem ato e paralisação em Aracaju (Foto: CUT/SE)

Dirigente do SINDIPREV/SE, (Previdência Social), filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), Joaquim Antônio revelou para veículos da imprensa presentes que a direção indicada para gerir o órgão federal retirou vários servidores de suas funções e lhes deixou sem serviço e sem instrução sobre o que fazer. Profissionais do Direito Trabalhista conhecem a prática como ‘inação compulsória’, que corresponde a não repassar trabalho e deixar o servidor público propositalmente ocioso, esta é uma forma de humilhar o trabalhador, portanto se configura em assédio moral.  

O dirigente sindical alertou que a prática de assédio passou a ser uma constante desde o começo da gestão indicada pelo senador Eduardo Amorim (PSC). “O perfil dessa gestão é o mesmo de Michel Temer, envolvido em caso de corrupção, desmoralizado, mas que insiste em se manter no Poder. O gestor do Ministério da Saúde em Sergipe está envolvido em processo administrativo sobre verbas de subvenção. Não vamos aceitar que sigam assediando trabalhadores. Este é apenas o primeiro ato e paralisação. Estamos pleiteando a saída destes gestores indicados e não pretendemos parar de protestar enquanto essa gestão se mantiver”.  

Joaquim Antônio informou que o protesto contou com a adesão de 90% dos servidores. “Continuaremos fazendo essa denuncia através de atos. E já denunciamos a pratica de assédio moral ao Ministério Público Federal e também notificamos o Ministério da Saúde em Brasília”.

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