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Aracaju (SE), 25 de março de 2026
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 22/08/2017
Pub.: 22 de agosto de 2017

Práticas de gestão geram vagas em leitos de internamento do Huse

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) tem se empenhado em fazer mudanças e melhorias no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), que é porta aberta e referência em atendimentos de alta complexidade. E as intensas práticas de gestão que vem sendo feitas na unidade estão gerando, por exemplo, vagas em leitos de internamento do hospital.

Para se ter uma ideia, segundo informações do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do Huse, no primeiro semestre de 2016, o tempo médio de permanência de um paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) era de 20 dias enquanto que, este ano, no mesmo período, o tempo baixou para 14 dias, havendo uma redução de 31% no período de permanência.

Iza Prado, coordenadora do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do Huse (Foto: SES/SE)

Iza Prado, coordenadora do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do Huse (Foto: SES/SE)

“Estamos realizando ações para os pacientes serem ainda melhor atendidos e ficarem internados o tempo adequado para o tratamento. Temos analisado todas as áreas do hospital, feito buscativas de leitos externos, já que a maioria dos pacientes que vem pro Huse não é de alta complexidade e pode ser atendida em outras unidades; estamos produzindo toda semana balanço dos leitos, e dando alta, com total segurança, em qualquer dia, incluindo finais de semana e feriado, o que não era feito com tanta frequência. Com isso, temos conseguido aumentar a rotatividade dos leitos, reduzindo o tempo de permanência dos pacientes no hospital, abrindo assim mais acessos para a população. Um bom exemplo é a UTI, em que o tempo de permanência do paciente, de uma maneira geral, está sendo adequado para cada caso”, explica Iza Prado, coordenadora do NIR.

Ainda de acordo com ela, diante das práticas de gestão, a rotina do hospital está avançando, tanto que, hoje, um leito de UTI não fica vago por mais de 24h. “Estamos monitorando a UTI do hospital e quando um leito fica vago, imediatamente é feito todo o processo de higienização e de regulação e em menos de 24h já encaminhamos outro paciente para este leito. A agilidade também é fundamental em um ambiente hospitalar”, disse.

Ala azul
Na ala azul do Huse, que é para pacientes não críticos, já podem ser pontuadas também melhorias em relação aos leitos. A coordenadora do NIR conta que, no primeiro semestre de 2016, o tempo médio de permanência de um paciente nesta ala era de 2,8 dias e, comparando com o mesmo período deste ano, o tempo diminuiu para um dia. 

“Outro exemplo de que as ações feitas pela gestão têm surtido efeito é em relação ao tempo de permanência dos pacientes na ala azul do Huse. Conseguimos reduzir também esse tempo, gerando mais vagas, e, consequentemente, possibilitando mais acessos para quem precisa de atendimento no hospital. Estamos trabalhando para deixar o hospital cada vez mais organizado e é importante ressaltar que todas as ações estão sendo feitas com responsabilidade e segurança para beneficiar a saúde dos pacientes”, conclui Iza.


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