FLUTUANTE 970 250 PMA JULHO
Aracaju (SE), 03 de julho de 2026
POR: Ícaro Novaes
Fonte: Portal Infonet
Em: 12/09/2017 às 14:19
Pub.: 12 de setembro de 2017

Guardas municipais de Aracaju aderem à campanha de doação de medula óssea

Cadastro ocorre nesta terça-feira na sede da GMA.

Técnicos do Hemose coletam 5ml de sangue durante cadastro (Foto: Ícaro Novaes/Portal Infonet)

Técnicos do Hemose coletam 5ml de sangue durante cadastro (Foto: Ícaro Novaes/Portal Infonet)

Continua o apelo do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) para mobilizar as pessoas realizarem o cadastro de doadores de medula óssea. Nos últimos meses vem sendo expandida a campanha ‘Todos por Rômulo’, um policial militar que aguarda um doador compatível para receber a transplante. De acordo com a técnica de enfermagem do Hemose, Maria Conceição, o número de cadastrados ainda não atingiu o patamar ideal.

“Existe uma necessidade muito grande [de cadastros]. Nós temos um número muito insignificante de cadastrados comparado com a população brasileira, mas essa campanha tem sido positiva e esperamos cada vez mais adesão”, afirmou Conceição. Nesta terça-feira, 12, técnicos do Hemose realizaram o cadastro de pessoas e a consequente coleta de sangue para análise do Instituto Nacional do Câncer (Inca), na sede da Guarda Municipal de Aracaju, no Parque da Sementeira.

Apesar do cadastro ser aberto para qualquer pessoa entre 18 e 55 anos, a adesão dos guardas municipais foi o que mais chamou atenção nesta manhã. Muitos destes profissionais, fardados e outros de folga, fizeram questão de comparecer a unidade para realizar o cadastro. “A solidariedade é importante nessas horas. O fato de você poder salvar uma vida é muito satisfatório e faz bem para si mesmo”, pontuou o GM Robério Rabelo, que já é doador de sangue.

O cadastro é composto por algumas informações, desde endereço à rotina do interessado, além da coleta de 5 ml de sangue, para consequente análise do Inca. Através do mapeamento genético, o cadastrado é inserido no banco de dados nacional e até os 65 anos fica como um potencial doador, desde que haja compatibilidade da medula de alguém que necessita do transplante. A medula do doador se auto-regenera, segundo o Hemose.

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