Aracaju (SE), 21 de junho de 2026
POR: AssCom/AM
Fonte: AssCom/AM
Em: 20/09/2017 às 18:42
Pub.: 21 de setembro de 2017

Técnicos industriais e agrícolas terão conselhos federal e regionais

Técnicos industriais e agrícolas terão conselhos federal e regionais (Foto: AssCom/AM)

Técnicos industriais e agrícolas terão conselhos federal e regionais (Foto: AssCom/AM)

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 5179/16, originado do Executivo, que cria o Conselho Federal dos Técnicos Industriais e Agrícolas, e os respectivos conselhos regionais.

A vitória foi possível graças à atuação decisiva do líder no Congresso Nacional André Moura (PSC-SE). Na noite de terça-feira (19), ele recebeu no gabinete da Liderança uma comitiva com representantes da categoria de todo o Brasil e se comprometeu a ajudar e defender o projeto na comissão.

André foi enfático ao defender a proposta. “Os técnicos brasileiros lutam por autonomia há quase meio século. Portanto, é justo e necessário esse reconhecimento. Como exemplo, apenas em Sergipe são 12 mil profissionais. A categoria merece todo o nosso respeito e a criação dos conselhos atende a um desejo antigo desses profissionais”, argumentou.

As profissões de técnico industrial e técnico agrícola são regulamentadas pela Lei 5524/68 e pelo Decreto 90922/85, que determina o  exercício da profissão após obterem registro em conselho profissional, que até então não existe.  Atualmente, quem desempenha esse papel é o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

Pelo texto aprovado nesta quarta-feira, os conselhos federal e estaduais de técnicos industriais e agrícolas serão reconhecidos como autarquias com autonomia administrativa e financeira, e terão imunidade tributária. Também serão responsáveis por orientar, disciplinar e fiscalizar a atuação dos técnicos.

Segundo a proposta, as entidades serão compostas por diretoria executiva e um plenário para deliberação por conselheiros eleitos. Como tramitou em caráter conclusivo, a proposta segue agora para o Senado e, de lá, caso seja aprovada, parte para a sanção presidencial.

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