Hospital de Itabaiana amplia cirurgias e reduz transferências
Hospital de Itabaiana amplia cirurgias e reduz transferências (Foto: Ascom/SES)
De acordo com Darcy, o número de cirurgias ginecológicas passou de 18, em 2016, entre os meses de janeiro e outubro, para 22 realizadas no mesmo período de 2017. Mantendo o mesmo comparativo, as cirurgias oftalmológicas passaram de 133 para 145. Já os procedimentos cirúrgicos na área de ortopedia passaram de 540 para 610 nos períodos considerados.
“Como preconiza o Sistema Único de Saúde [SUS], somos porta aberta para todos os que necessitam de assistência em saúde de forma gratuita. Em função dos impasses que têm caracterizado a Rede Básica de Saúde, as pessoas encontram no Hospital Regional de Itabaiana uma alternativa que tem dado resultados, até mesmo por dispormos de funcionamento ininterrupto. Com certeza, isso contribui para que tenhamos uma maior procura por parte dos pacientes”, analisou o superintendente.
Segundo o gestor, a média relacionada ao número de transferências externas, ou seja, de remoções de pacientes para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), foi de apenas 0,9%, em 2017. “Diminuímos consideravelmente o índice de transferência externa e avançamos na execução dos serviços hospitalares, especialmente, após a implantação da assistência em ortopedia, que há a cerca de quatro anos não existia. Esses casos eram resolvidos no próprio Huse. Hoje, o cenário é outro. Dispomos de atendimentos de urgência e cirúrgicos, representando assim um grande avanço para a saúde na localidade”, salientou Tavares.
O Hospital Regional de Itabaiana ainda registra outros avanços. “Há três anos iniciamos os atendimentos na Unidade de Terapia Intensiva [UTI], que possui 10 leitos voltados para pacientes adultos. Temos, portanto, a oportunidade de atender pacientes considerados graves, mantendo satisfatório o grau de resolutividade do hospital. Na unidade atuam dois cirurgiões, quatro clínicos gerais, dois ortopedistas, um pediatra, além de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas e médicos intensivistas”, acrescentou o médico.