O CER IV será um divisor de águas na atenção a pessoa com deficiência em Sergipe
Alynne França, da Área Técnica da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência da SES/SE (Foto: SES/SE)
“Além da magnitude física, o CER IV, que atenderá a todo o Estado, oferecerá atendimento de diversas especialidades que serão trabalhadas nos pacientes, conforme a necessidade de cada um. Haverá na unidade clínica médica, por exemplo, otorrinolaringologista, fonoaudiólogo, oftalmologista, gastroenterologista, fisiatras, profissionais de educação física, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e musicoterapeutas, entre outros. O corpo de recursos humanos será enorme e o CER IV será um divisor de águas na atenção a pessoa com deficiência de Sergipe. Com o CER queremos elevar a capacidade dos pacientes”, afirma. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 25% da população de Sergipe têm algum tipo de deficiência.
Alynne acrescenta ainda que o secretário de Estado da Saúde, Almeida Lima, tem um olhar especial para a causa e a entrega do CER IV à população está entre as suas prioridades. “O secretário, desde que assumiu a gestão da Saúde, está empenhado em concluir a obra e entregar o Centro à população. Almeida tem um olhar refinado, tanto que a Secretaria da Saúde e o Governo do Estado complementarão com R$ 2, 9 milhões o recurso padronizado pelo Ministério da Saúde, que foi de R$ 2 milhões, para a compra dos equipamentos da unidade que serão necessários para a reabilitação física, auditiva, visual e intelectual dos pacientes. Com certeza a unidade trará grandes benefícios para muita gente”, declara.
Assistência
Sobre como anda a assistência às pessoas com deficiência do Estado, a Área Técnica da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência da SES frisa que já há grandes avanços nesta área. “Estamos conseguindo avançar e articular os pontos de atenção na rede primária e também especializada. O Estado está em um processo de consolidação das ações e o olhar para estas pessoas vem sendo modificado. Há também uma desmistificação de alguns conceitos e esta população está cada vez mais inserida na sociedade. Ainda temos muito que melhorar, claro, mas Sergipe está em um caminho positivo em relação à atenção as pessoas com deficiência”, conclui.