Profissionais da MNSL recebem treinamento no Método Canguru
Profissionais da MNSL recebem treinamento no Método Canguru (Foto: Ascom/SES)
Dos cursos de treinamento e capacitação, como este que se encerra hoje, 24, com 30 horas, participam diversos profissionais, entre eles; pediatra, fisioterapeuta, neonatologistas, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, enfermeiros, técnico de enfermagem, auxiliar de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas e assistente social, que aprofundam seus conhecimentos nos assuntos relativos ao tema central (RN de baixo peso), como o aleitamento materno, a dor no recém-nascido, acolhimento da família na Unidade Neonatal.
As normas de atenção ao RN de baixo peso, construção da parentalidade e desenvolvimento psicoafetivo do bebê pré-termo, laços afetivos trabalhando a interdisciplinaridade, posicionamento no leito e construção dos ninhos foram alguns dos temas e dinâmicas abordados durante a capacitação.
O pediatra Paulo Menezes explicou que o grupo de tutores que orientaram o curso foi muito especial. “Vamos trabalhar tudo que foi feito durante essa semana. A partir desse momento, vamos criar algumas metas para que os funcionários apliquem, repliquem e disseminem o que foi aprendido”, disse o médico.
ESPECIAL
Ele ressaltou, ainda, que foi um momento especial para o grupo com o qual foi possível trabalhar diversas áreas no cuidado do bebê de baixo peso. “É com muita satisfação que conseguimos concluir mais um curso e a intenção é programar outros e capacitar, cada vez mais pessoas, para que possamos melhorar e atingir nosso objetivo, que é melhorar o prognóstico do nosso recém-nascido de baixo peso”.
“Foi de grande valia não só em conhecimento técnico, mas, também, no que se refere a humanização, no relacionamento com os colegas de trabalho”, disse o fisioterapeuta Jorge Alberto Vieira Júnior. Também para assistente social, Shirley Souza Silva Pacheco, tutora do Método Canguru, palestrante do dia, tendo como tema a rede social de apoio e sua importância na questão do bebê e da mãe, o serviço social possui uma aproximação muito grande com a família. “Como o método Canguru começa dentro da UTI, é preciso perceber essa importância e buscar saber quem pode ajudar”, ressaltou Shirley.