Sergipe alcança 100% no ranking de monitoramento da Iniciativa Hospital Amigo da Criança
Ao lado de Estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo e Pernambuco, Sergipe acaba de alcançar o primeiro lugar no ranking de monitoramento online da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), estratégia da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Unicef (órgão das Nações Unidas para a infância), da qual o Brasil é signatário. A iniciativa visa promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Foram avaliadas as três maternidades que já possuem o título de Hospital Amigo da Criança.
Avaliadora da Iniciativa Hospital Amigo da Criança, Helga Muller (Foto: SES/SE)
Esse monitoramento é feito pelo gestor da maternidade e tanto pode acontecer no dia primeiro de janeiro como em 31 de dezembro daquele mesmo ano. “Eu, gestor, vou me auto avaliar para medir, num prazo de um ano, como estou me saindo na perspectiva de ser um Hospital Amigo da Criança, já que tenho metas e passos a cumprir. E, a cada três anos as maternidades são reavaliadas pelo Estado, que tem cinco avaliadores do Iniciativa, em conjunto com o Ministério da Saúde”, declarou.
Segundo a Área Técnica, a responsabilidade nesse monitoramento recai sobre duas situações: a de acompanhar o monitoramento anual dos gestores das maternidades e apoiá-las para superação das dificuldades de cumprimento de metas e passos. “Graças a Deus não foi preciso porque agora em novembro conseguimos atingir a meta de 100% em nossas maternidas que detêm o título de Hospital Amigo da Criança”.
Dez passos
Os 10 passos para o sucesso do aleitamento materno, estabelecido na Portaria 1153 do MS são: Ter uma Política de Aleitamento Materno, que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde; capacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta Política; informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno; ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento, conforme nova interpretação, e colocar os bebês em contato pele a pele com suas mães, imediatamente após o parto, por pelo menos uma hora e orientar a mãe a identificar se o bebê mostra sinais que está querendo ser amamentado, oferecendo ajuda se necessário; mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação mesmo se vierem a ser separadas dos filhos.
E ainda: não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica e/ou de nutricionista; praticar o alojamento conjunto, permitir que mães e recém-nascidos permaneçam juntos 24 (vinte e quatro) horas por dia; incentivar o aleitamento materno sob livre demanda; não oferecer bicos artificiais ou chupetas a recém-nascidos e lactentes; e promover a formação de grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos quando da alta da maternidade, conforme nova interpretação, e encaminhar as mães a grupos ou outros serviços de apoio à amamentação, após a alta.
Cuidados com a mulher
As maternidades também precisam se preocupar com a mulher se pretendem conquistar ou manter o título Hosp