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Aracaju (SE), 04 de julho de 2026
POR: Prefeitura de Aracaju
Fonte: Prefeitura de Aracaju
Em: 05/11/2022 às 13:56
Pub.: 07 de novembro de 2022

Prefeitura de Aracaju celebra Dia do Cinema Brasileiro com novas produções no AjuPlay

Após 126 anos da primeira exibição pública de cinema do Brasil, em cinco de novembro de 1896, a Prefeitura de Aracaju celebra este marco que ficou definido como o Dia do Cinema Brasileiro, adicionando novas produções no catálogo da plataforma de streaming AjuPlay. 

Prefeitura de Aracaju celebra Dia do Cinema Brasileiro com novas produções no AjuPlay - Arte: Ascom Funcaju

Prefeitura de Aracaju celebra Dia do Cinema Brasileiro com novas produções no AjuPlay - Arte: Ascom Funcaju

O AjuPlay foi lançado no dia 17 de março de 2021, pela Prefeitura de Aracaju, através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) em comemoração aos 166 anos da capital aracajuana. O objetivo foi de garantir aos aracajuanos o acesso à cultura e ao entretenimento, sem sair de casa.  

Além disso, a plataforma também abre caminhos para os artistas sergipanos disseminarem suas produções para outros nichos culturais, através da internet. “No dia do Cinema, a Funcaju apresenta mais algumas produções locais para público de todos os lugares. O AjuPlay é nossa maior contribuição ao cinema e ao audiovisual sergipano, pois é uma plataforma de divulgação e circulação de nossa produção, levando para o mundo inteiro o modo sergipano de fazer cinema”, disse o presidente da Funcaju, Luciano Correia. 

Confira as novidades do catálogo:

“Lá Guita” - Daniel enfrenta a vida adulta, cheia de responsabilidades e obrigações, nada parecido com a liberdade de sua juventude. Ao visitar a casa dos pais, na cidade onde nasceu, ele reencontra seu antigo quarto, o que trás à tona diversas memórias nostálgicas que o reconectam com o seu passado. 

“Olhos de Fogo” - Olhos de Fogo é uma adaptação do conto homônimo de Antônio Carlos Viana que conta a história de Maria, uma menina que sofre abuso dentro de casa com a conivência da mãe. Uma triste realidade que acontece todos os dias em nossa sociedade. O filme é um alerta Donahue acontecer quando o silêncio predomina. 

“Talvez eu nunca tenha amado” - Anos após os efeitos de uma pandemia que destruiu a maior parte da vida na terra, uma jovem sobrevivente retorna em busca de suas origens e fantasmas. 

“A água não flui pra trás” - É um vídeo ensaio que reúne encenações, performances, imagens de arquivo, fragmentos narrativos, reflexivas e poéticos acerca da infância, da maternidade e do isolamento social, abordados a partir do olhar subjetivo da editora. 

“Quilombo da Caixa Dágua” - O documentário conta a história do surgimento o do primeiro bloco afro de Sergipe: Quilombo. 

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