Emília Corrêa dispara que os cofres da prefeitura estão cheios
Defensora pública e vereadora Emília Corrêa (Foto: Gilton Rosas/CMA)
Para Emília, não existe boa vontade administrativa na resolução do problema, e quem paga o “pato” no final são àqueles que mais precisam do serviço, o povo carente da Aracaju, que não tem acesso a um plano de saúde. O Executivo se esquiva da obrigação de revolver problema de forma definitiva, enquanto o povo sofre com o risco de paralisação dos atendimentos. “A falta de periodicidade dos repasses compromete a continuidade dos serviços prestados pelas unidades hospitalares. Não vejo esforços para os pagamentos dos débitos, pelo contrário, a gestão fica de braços cruzados”, destacou.
Por fim, a parlamentar lamenta a situação o que dificulta a manutenção dos pacientes internados e admissão de novos nas unidades. “Os dirigentes dos hospitais estão fazendo um apelo para os gestores municipais, no sentido de que regularizem a situação, enquanto o povo aracajuano clama por uma resposta rápida do prefeito, evitando que os serviços sejam interrompidos. Estão brincando com a saúde das pessoas”, finalizou.