"Este Governo é J-B: Jackson e Belivaldo. Um é de fato, o outro é de direito", afirmou Eduardo Amorim
Em entrevista para o programa ‘Jornal Primeira Mão’, na 103 FM, o senador e pré-candidato ao governo do Estado, Eduardo Amorim, afirmou que a gestão de Belivaldo é a mesma que a de Jackson Barreto, e classificou de: ‘Governo J-B Jackson e Belivaldo. Um é de fato, o outro de direito’.
"Este Governo é J-B: Jackson e Belivaldo. Um é de fato, o outro é de direito", afirmou Eduardo Amorim (Foto: Assessoria Eduardo Amorim)
“Esse desgoverno trouxe um enorme prejuízo para a máquina administrativa estadual, para os servidores ativos e aposentados, para a população como desmonte das políticas sociais e para os setores produtivos do Estado, pela inexistência de um projeto de desenvolvimento econômico e de geração de emprego para as várias regiões do estado”, afirmou Eduardo, e ainda completou sobre a atual situação da saúde pública.
“Essa calamidade a qual vivemos não é apenas vista, ela é sentida. O setor cirúrgico de cardiologia, por exemplo, está fechado. E nós já fomos referência não só estadual, nacional, mas mundial. Eu mesmo presenciei à época, cientistas do mundo todo estudando e realizando experimentos aqui. Sergipe foi o primeiro estado do Norte/Nordeste a fazer transplante de coração. Agora o que a gente ver é o choro, o lamento dos profissionais por não terem o que fazer diante da situação, e, claro, daqueles que precisam trocar uma válvula, colocar um marca passo, fazer um cateterismo, enfim. O povo está morrendo, e todos nós sabemos dessa triste realidade ”, lamentou.
Os âncoras André Barros e Priscila Andrade citaram sobre o Anuário da Segurança Pública, que classificou Sergipe como o Estado mais violento do Brasil, e Eduardo pontuou com dados. “A taxa de homicídios do Estado dobrou nos últimos dez anos, com uma média anual de 74,7 homicídios por 100 mil habitantes”, disse.
Sobre a renda per capta, Eduardo também retrucou que Sergipe sempre teve a maior do Norte/Nordeste, e que, atualmente, nós temos a menor, onde 40% das famílias sergipanas estão na ‘classe E’, que são consideradas famílias que recebem até R$ 1.200. “Como pagar uma escola para o seu filho? Um plano de saúde? Impossível. Portanto, o que falta mesmo, e todos nós sabemos, é condução, gestão, vontade de fazer, priorizar”.
Foco no pleito
Eduardo Amorim garantiu que está bem focado para a disputa do pleito de governador neste ano, e que, diante das suas propostas para mudar este cenário a partir de janeiro de 2019, é preciso acima de tudo coragem, determinação, estar preparado e contar com um time que assuma essa tarefa de salvar Sergipe, recuperando a máquina administrativa, os investimentos em políticas sociais e um novo projeto de desenvolvimento econômico para as regiões do estado.
“Vamos discutir e construir juntos o projeto da saúde, em que o governo estadual assuma a sua responsabilidade no SUS e auxilie os municípios no que é de responsabilidade dos municípios; vamos também construir um plano de segurança que consiga minimizar os altos índices de violência e criminalidade nos municípios – envolvendo as Polícias Estaduais, Polícias Federais e Guardas Municipais”, concluiu o pré-candidato.