Dr. Manuel Marcos: "Não é uma regulação que vai determinar a necessidade do paciente"
Vereador Dr. Manuel Marcos (Foto de arquivo: Gilton Rosas/ CMA)
“Em um passado recente, ainda neste período legislativo, reclamei e questionei a existência da famigerada ‘chave de serviço’. Quem atua pela rede pública não estava conseguindo dar continuidade aos tratamentos ou marcar as cirurgias, justamente por conta desta bendita chave que ninguém sabia como proceder. Mas, felizmente, o processo burocrático foi otimizado e já dá para notar a fluidez e nova diligência dos serviços na Saúde”, declara.
No entendimento dele, quanto menos burocrática for a dinâmica dos encaminhamentos, menor será o risco de morte para os pacientes. “Quero agradecer a sensibilidade de quem administra a pasta da Saúde no Estado, pois, quando o médico indica uma cirurgia é porque já se sente a dor do paciente e avaliamos os riscos que ele corre. Não é uma regulação que vai determinar a necessidade do paciente. Reconheço que houve melhoras, porém, ainda há pessoas que estão na via crucis para adquirir essa chave e conseguir a liberação do procedimento”, ressalta.
Dr. Manuel Marcos ainda endossa: “liberaram noventa pacientes minhas que estavam há dois anos aguardando na fila. Mulheres que por muitas vezes necessitaram fazer transfusão sanguínea por perder sangue copiosamente e não resolver seus problemas de saúde. Vão ser operadas em condição de fragilidade e com as defesas comprometidas, mas, graças a Deus essa chave foi autorizada”.