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Aracaju (SE), 03 de março de 2026
POR: Ayalla Anjos
Fonte: Comunicação e Marketing
Em: 03/03/2026 às 11:22
Pub.: 03 de março de 2026

Oficina de crítica cinematográfica abre inscrições em Aracaju

Atividade híbrida acontece em março com encontros presenciais e online

Oficina de crítica cinematográfica abre inscrições em Aracaju - Foto: Luiz Alves/Comunicação e Marketing

A EGBÉ – Mostra de Cinema Negro está com inscrições abertas para a Oficina de Crítica Cinematográfica, destinada a pessoas interessadas em compreender melhor como analisar filmes e escrever textos críticos. A atividade será realizada de 24 a 26 de março de 2026, das 14h às 17h, no Espaço Vem de Sergipe, em Aracaju/SE, e contará ainda com dois dias de exercícios assíncronos online. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 13 de março, por meio do SIGAA/UFS.

A oficina será ministrada pela professora e pesquisadora Kênia Freitas e propõe introduzir o público aos fundamentos da crítica cinematográfica, a partir de reflexões sobre os Cinemas Negros. Ao longo dos encontros, serão discutidos elementos como narrativa, linguagem, escolhas estéticas e temas presentes nos filmes, estimulando a construção de análises próprias. As atividades serão desenvolvidas a partir de obras que integram a programação da EGBÉ 2026.

Com abordagem acessível e voltada à formação de novos olhares, a oficina busca ampliar a compreensão sobre como os filmes produzem sentido e fortalecer a relação do público com o cinema, favorecendo leituras críticas mais atentas e contextualizadas. As críticas produzidas pelos participantes serão posteriormente publicadas no site da Mostra, ampliando a visibilidade das reflexões desenvolvidas durante a formação.

A atividade integra o programa formativo da Mostra, contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, por meio do Edital nº 08/2025 – Subsídios, com execução da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Sobre a ministrante
Kênia Freitas é professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e uma das pesquisadoras mais atuantes no campo dos Cinemas Negros no Brasil. Possui trajetória consolidada em crítica e curadoria: assinou a direção artística do CachoeiraDoc, foi programadora do Cinema do Dragão e realizou curadorias no Brasil e no exterior, como Cines Afro-Femininos: Reimaginando Mundos (Cinemateca de Bogotá) e a Mostra Afrofuturismo (CCSP). Desenvolve pesquisas sobre cinemas negros, crítica e afrofuturismo, e integra o Fórum Itinerante de Cinema Negro.

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