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Aracaju (SE), 31 de janeiro de 2026
POR: Marcio Rocha
Fonte: Marcio Rocha
Em: 24/09/2021 às 09:45
Pub.: 24 de setembro de 2021

A economia está voltando à plenitude :: Por Marcio Rocha

Marcio Rocha (Foto: Arquivo Pessoal)

Marcio Rocha (Foto: Arquivo Pessoal)

Um ano e meio de pandemia em Sergipe, mais de um ano de complicações para a vida das pessoas, principalmente no que diz respeito à situação econômica e empregatícia. Com os estabelecimentos comerciais fechados, o quadro de desemprego se agravou no estado, empresas fecharam e todos sofremos com isso, porque sem movimentação nas atividades econômicas, sem circulação de receita nas empresas, o resultado foi a queda no número de postos de trabalho, o que provocou ainda mais retração no ciclo econômico sergipano. Tem sido um período de muita dificuldade. 

As restrições ao funcionamento dos negócios afetaram severamente a atividade profissional de centenas de milhares de sergipanos, provocando um número assustador de redução de postos de trabalho no ano passado. Cerca de 14 mil pessoas perderam o emprego durante a pandemia, com a grande maioria sendo afetada no período em que a fase mais aguda do ano passado estava acontecendo. Alguma coisa tinha que ser feita para evitar que esses danos colaterais da economia fossem ainda piores. Já não bastavam as dezenas de internamentos e mortes diárias, ainda havia a sombra do desemprego que cada vez mais aumentava seu tamanho e afligia mais famílias. Conheço vários casos de famílias que além de perderem seus entes queridos, perderam sua capacidade de sustento, o que foi tenebroso e aterrorizante para todos. As pessoas conviviam com dois medos, o de morrer e o de ficar desempregado, que é uma espécie de morte, só que econômica. 

Contudo, as ações do poder público começaram a acelerar o processo de vacinação. Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, Governo do Estado e governos municipais passaram a promover algo que jamais havia sido visto na história do Brasil. Aconteceu a maior mobilização possível para salvar vidas e salvar a moribunda economia. O auxílio emergencial foi o maior programa social da história do Brasil. E foi desenvolvido numa ação rápida. O intervalo de tempo foi curto entre sua elaboração e o pagamento dos recursos às pessoas. Isso começou a socorrer a cadeia produtiva, porque se o poder de sustento das pessoas não fosse salvo, a maneira de promover a volta do emprego também seria mais dificultosa. Mas, enquanto isso, a doença apresentava altas e baixas nas mortes e casos, nos meses subsequentes. O auxílio foi prorrogado, para ajudar a manter as famílias e garantir o fluxo da economia.

Enfim chegaram as vacinas. Coronavac, AstraZeneca, Pfizer, Janssen, passaram a ser distribuídas pelo Ministério da Saúde para os estados e municípios, que correram para aplicá-las de acordo com o cronograma estipulado. Surge a chance de acelerar a salvação da economia. As pessoas puderam ganhar mais confiança em voltar às suas atividades cotidianas, seguindo os critérios de proteção individual e coletivos. Regras eram necessárias e foram impostas, corretamente, a todo o tempo. A elevação das pessoas vacinadas a cada dia aumentou a confiança de todos, podendo elevar o ciclo econômico para iniciar uma verdadeira recuperação, voltando à sua plenitude. O ano de 2020 foi um ano para ser esquecido de nossas vidas, mas 2021, no futuro, será lembrado como o ano que as pessoas mostraram resignação, coragem e vontade de vencer, e seguiram vencendo a COVID.

Não adianta dizer que dias melhores virão. Eles já estão acontecendo. Basta comparar com o ano passado e a depressão pessoal e econômica que vivemos, até porque que os 14 mil empregos perdidos até agosto do ano passado já foram recuperados. O momento é de manter a confiança e acreditar que esses dias melhores continuarão acontecendo. Os resultados da recuperação da economia já estão acontecendo e esses dias seguirão, pois, as perspectivas para as vendas do comércio são as melhores possíveis, tais quais as de aumento das contratações, para dar ainda mais confiança aos empresários, que gerando mais empregos dão mais confiança para as pessoas, que podendo ter sua capacidade de sustento e poder de compra, retroalimentam a economia, investindo seus salários nas compras, fortalecendo nosso estado. Já estamos nos dias melhores, e eles serão ainda melhores para a frente.


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