Aracaju (SE), 11 de janeiro de 2026
POR: Agência Alese
Fonte: Agência Alese
Em: 20/03/2017 às 17:53
Pub.: 20 de março de 2017

Francisco Gualberto diz que vai processar autor de vídeo postado nas redes sociais por calúnia

Deputado estadual Francisco Gualberto (Foto: César de Oliveira/Agência Alese)

Deputado estadual Francisco Gualberto (Foto: César de Oliveira/Agência Alese)

Um suposto militante do Partido dos Trabalhadores identificado como José Carvalho Júnior está sendo acusado de caluniar, difamar e injuriar o deputado estadual Francisco Gualberto (PT) através de um vídeo gravado por ele e postado em redes sociais. No vídeo, o homem atribui a Gualberto e ao governador Jackson Barreto (PMDB) a determinação de deixar de fora da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa a deputada estadual Ana Lúcia Menezes (PT).

“É claramente uma calúnia, uma difamação. Quem conduziu toda a discussão sobre constituição de comissões foi o deputado Zezinho Guimarães (PMDB), que é o líder do bloco de partidos aliados. Ele conversou com os deputados de situação e oposição. Não participei dessa discussão, nem com um gesto de fisionomia, imagine com palavra ou opinião. Até porque não havia necessidade. Para isso existe o líder do bloco”, explicou Francisco Gualberto, que é líder do governo na Alese.

Logo após o término da sessão plenária nesta segunda-feira, 20, o deputado Gualberto e seus advogados foram ao Tribunal de Justiça dar entrada no processo contra José Carvalho Júnior. “A calúnia, a injúria e a difamação precisam ser combatidas. Não pela atividade política, pois são expedientes ruins e não podem passar impunes, como se nada tivesse acontecido”, garante o parlamentar. “Na política o embate é válido, mas a calúnia é um recurso típico de quem tem a alma pequena. Por isso irei combater a injustiça”, afirma Gualberto.

O deputado Zezinho Guimarães confirmou que todo o processo de composição das comissões foi conduzido por ele e revelou que ao procurar a deputada Ana Lúcia ela se recusou a assinar um documento indicando pertencer à bancada do governo. Justamente por esse motivo ela não poderia integrar a Comissão de Educação. “É uma calúnia grave o que estão fazendo com Gualberto. Ele não tem nada a ver com isso. Nem muito menos se trata de retaliação a ninguém”, disse Zezinho, colocando-se à disposição para ser testemunha de defesa de Gualberto no processo judicial contra o acusado de caluniar.

O presidente da Assembleia, deputado Luciano Bispo (PMDB), também se solidarizou com Gualberto e confirmou que sua assessoria irá elaborar documento oficial a ser anexado ao processo judicial explicando todo o trâmite da composição das comissões. “Estou muito tranquilo porque sei que não pratiquei o ato pelo qual me acusam. E não me assusta a intenção política de me acusar daquilo que não fiz”, garante Francisco Gualberto.


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